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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Hipótese

Sim, às vezes, quando a palavra me parece
dominada
solta-se num movimento instintivo
de rebeldia
e lá se vai a hipótese do poema.

 

Quantas voltas à procura do tema
e nada!
(Sentir que se está vivo
e usufruir a alegria
de precisar de uma prece!)

 

Mas a palavra, ave desassossegada,
voa livre à procura de um pouso.
Paro um pouco, penso e então ouso:
desenho-a no ar e ela admirada
senta-se no verso em repouso.

 

06.01.2015
J M

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