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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

ESPERANÇA

Coimbra, 31 de Dezembro de 1989.

ESPERANÇA

O poema quer nascer das trevas.

Está nas Palavras, e não as sei.

É como um filho que não tem caminho

No ventre da mãe

Dói,

Dói,

Mas a negar-se teimosamente

A todos os acenos libertadores

Do desespero dilacerado.

No silêncio cansado

E paciente

Canta um galo vidente.

E diz que cada dia

Que anuncia

É sempre um dia novo

De renovo

E poesia.

 

Torga, Diário

BOM ANO DE 2008: QUE SEJA DE POESIA, PAZ E PROSPERIDADE!

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