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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Terra

Monforte do Alentejo, 29 de Novembro de 1964.

BANQUETE

Encho os olhos de terra.

No Alentejo há muita e é de graça.

Dou-lhes esta fartura,

Antes que um só torrão, na sepultura,

Os cegue e satisfaça.

 

Torga, Diário X