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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Chuva

Coimbra, 29 de Setembro de 1982.

RESSONÂNCIA

Desfaço com palavras o silêncio

Desta hora vazia.

E fico a ouvir, num desespero atroz,

A solfa ensandecida.

Serão versos que canto sem medida,

Ou ergo apenas a voz

No túmulo da vida?

 

Torga, Diário XIV

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