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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Poeta

S. Martinho de Anta, 28 de Setembro de 1965.

UM POEMA

Um poema, poeta!

É o que a vida te pede.

A fome diligente

Colhe

E recolhe

Os frutos e a semente

Doutros frutos.

Junta à fecundidade

Da natureza

Os frutos da beleza...

Versos grados e doces

Na festa do pomar!

Versos, como se fosses

Mais um ramo, a vergar.

 

Torga, Diário X

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