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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Angústia de poeta

Caldelas, 24 de Setembro de 1949.

SOLIDÃO CRIADORA

Dorme e sonha a meu lado

Tão alheia de mim

Que me sinto um amante abandonado.

Acordá-la?

Gritar?

O poeta é uma angústia que se cala,

A cantar.

 

Torga, Diário V