Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Versos

Coimbra, 15 de Setembro de 1951.

CONTÁGIO

Há uma esperança:

A constância optimista da alvorada.

Quando os galos começam,

E o melro, meu vizinho, abre a janela,

Qual desespero, qual desilusão!

Como cadáveres que ressuscitassem,

Os versos endireitam-se, renascem,

E mesmo incertos, a mancar, lá vão...

 

Torga, Diário VI

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.