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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Manhã

Coimbra, 25 de Julho de 1951.

ALVORADA

A lança da manhã furou-me os olhos.

Vejo! Vejo outra vez

A brancura da cal rir-se, contente

De me ver!

Também ela, com luz, ressuscitou,

E de mim ou do sol vai receber

O poema que a noite lhe roubou!

 

Torga, Diário VI

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