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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Esperança?

ESPERANÇA

Canto.

Mas o meu canto é triste.

Não sou capaz de nenhum outro, agora.

Em cada verso chora

Uma ilusão,

Tolhida na amplidão

Que lhe sonhei...

Felizmente que sei

Cantar sem pressa.

Que sei recomeçar...

Que sei que há uma promessa

No acto de cantar...

Torga, Diário XII

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