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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Estrela?

Coimbra, 29 de Maio de 1950.

CLARIDADE POSSÍVEL

Desenhei a nanquim a minha estreia.

Deve ser negro o traço que limita,

Na grande labareda, a pequenina chama

De cada um.

Pétala da rosa universal,

Ninguém a vê, sequer.

Mas é ela que eu tenho e me conduz

Através desta noite desmedida

Onde a luz

Foi brutalmente interrompida.

Torga, Diário V