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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Poemeto inacabado....

 

Aí está o Inverno intenso e agreste,
Sem avisar
Com o vento de nordeste
E a chuva a tamborilar
Nos vidros da janela
Trazendo recordações doutra era…
Agora nem um “psiu!” se ouve
Porque o sol é baço e invernal
E deixa a saudade … - se o houve! …
“Acredito que sim!
Nunca duvidei (só duvido de mim!)
Añoro o perdão!!!” A esse não tenho direito,
Embora o deseje! Agora é tarde
Para recuperar a amizade,
Para mudar o destino,
Ninguém é perfeito:
“Errar é humano, perdoar é divino!”
……………………………..
JM

 

 

 2010

traga:

harmonia

 e amizade,

paz

e felicidade!