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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

MINIMAMENTE

  Se o teatro é vida, a vida é um teatro. Comédia, tragédia, se calhar, a maior parte das vezes tragicomédia. Estereotipos de vidas avulsas com a finalidade - já o dizia Aristóteles - de fazer esquecer as desgraças, com uma função catártica. Seis actores em palco percorrendo vidas avulsas algures na Alemanha que também pode ser a Guarda. Estiveram bem e o maior elogio e a maior ovação - eles não se aperceberam - foi de um petiz de palmo e meio, logo na fila B, que se riu e fez comentários fantásticos ao longo da representação: a inocência a rir-se das doideiras dos adultos! Temos grupo, vamos estar de tento no olho!

 

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