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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Angel Campos Pampano

 

Concededme siquiera este refugio, este lugar al sol donde 

escribir sin culpa, libremente, donde cada palabra sea un

acto de amor que se hace piedra, flor del sueño, sed de

nubes. Siquiera este refugio, esta orilla secreta, donde todo

es más fácil.

 

 

No dia 12 de Outubro passado, punha aqui este poema, deste poeta espanhol, por ter sido agraciado com o Prémio Eduardo Lourenço. Iria recebê-lo amanhã, aqui na Guarda, mas dizem as notícias faleceu ontem em Badajoz. Encontrou o lugar de refúgio que procurava, onde escrever livremente, onde mitigar a sede de nuvens?! Oxalá assim seja!

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