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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Primavera

Coimbra, 24 de Março de 1943.

POR UMA PAPOILA

Não a façam sofrer.

Não olhem a nudez da sua cor.

Se a quiserem ver

Adivinhem de longe o seu pudor.

Olhos nos olhos, não:

Cora, descora, agita-se de medo,

E é toda o desespero e a solidão

De ter na própria vida o seu degredo.

E uma donzela que não quer casar.

Veio ao mundo viver

A beleza gratuita de passar

Sem nenhuma paixão a conhecer.

Diário II

E viva a selecção! Que jogo (na segunda parte!)!!!!

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