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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Mãos

As tuas mãos têm veludos

 

suaves, queridos, amaciadores;

 

têm perfumes, aromas, têm tudos,

 

jardins belos de todas as flores;

 

 

 

são rios carinhosos e magos

 

lírios primaveris, cândidas rosas,

 

carícias quentes, ternos afagos,

 

brisas amenas, ternuras formosas.

 

 

 

 

Delas se desprende gracioso odor

 

nas jovens horas de quente amor,

 

nas noites enluaradas da vida;

 

 

 

e, nas horas de tristeza incontida,

 

sai delas maviosa ternura tão querida

 

que me põe no rosto rubicunda cor.

 

JM

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