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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

MIGUEL TORGA

 

Coimbra, 6 de Abril de 1973.


MISSÃO


«Deixem passar...»

Havia sentinelas a guardar

A fronteira do sonho proibido.

Mas ergui, atrevido,

A voz de sonhador,

E passei

Como um rei,

Sem dar mostras do íntimo terror.

E cá vou, a passar,

Aterrado e sozinho,

A lembrar

O santo-e-senha com que abri caminho...

 

Diário XI

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