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Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Ar da Guarda

"Livre não sou, mas quero a liberdade. Trago-a dentro de mim como um destino." Miguel Torga

Tributo a uma mulher!

Essa mulher simples por mim querida

humanamente santa e generosa,

essa senhora tão maravilhosa,

horizonte e fonte da minha vida...

 

Bela como a aurora,

serena como a brisa,

pronta para servir e acolher,

amar e perdoar, consolar lágrimas

e compartilhar alegrias,

ocupada com seus afazeres

dando bronca com seus sábios dizeres ...

 

Essa mulher de fé inabalável

mensageira de amor, rainha do lar,

criatura de infinito coração,

capaz de repartir migalhas de pão

e de fazer milagres com suas virtudes,

sobretudo, com seu amor incondicional.

 

Essa mulher brilhante,

estrela-guia do meu coração errante,

essa mulher conselheira e companheira

que carinhosamente chamo: MINHA MÃE!

 

Luizinho Bastos

 

[Não é nenhuma pérola literária, nem nenhum texto precioso, mas quando se fala da mãe o que importa são os sentimentos e os verdadeiros nascem da boca das crianças! A minha faz hoje 96!]